Faturamento alto não salva empresa ruim. Às vezes só esconde o buraco por mais tempo.
A empresa está cheia de obra, cheia de projeto, agenda lotada até o próximo trimestre. E o caixa vive apertado do mesmo jeito de sempre.
Entra dinheiro, mas nunca sobra. E a conclusão mais comum, sem provas, é que falta vender mais, quando na verdade nem existe certeza sobre estar lucrando naquilo que já é vendido.
Faturamento e lucro são contas diferentes: Lucro = Receita − Despesas. Uma fórmula que cabe numa frase e que a maioria dos escritórios de engenharia nunca aplicou de verdade, projeto por projeto.
A raiz quase sempre está em não separar custo fixo de custo variável na hora de precificar. Sem essa separação, cada contrato novo é aceito no escuro.
Obra grande e projeto de grife dão prestígio, entram bonito no portfólio, no site, na conversa com o colega de faculdade. Também consomem caixa e energia na mesma proporção, ou mais, sem essa conta acontecer em tempo real.
O primeiro corte necessário: separar custos em duas colunas, fixos (aluguel, salário administrativo, seguro) e variáveis (material, comissão, deslocamento).
Sem essa separação básica, qualquer precificação depois é chute com aparência de conta.
Quantas empresas você conhece que tinham faturamento alto e faliram do nada?
Q&A
Faturamento alto significa que o escritório de engenharia é lucrativo?
Não. Faturamento e lucro são contas diferentes (Lucro = Receita − Despesas). Sem separar custo fixo de variável e conhecer o ponto de equilíbrio, um contrato grande pode dar prejuízo mesmo com faturamento alto.
Para quem é a consultoria da Ozare?
Para engenheiros, arquitetos e construtoras que já dominam a técnica mas travam no lado comercial do negócio. Mais de 137 empresas já passaram pela Ozare.
Onde o seu comercial está vazando?
O Diagnóstico Ozare mostra, em minutos, o gargalo mais urgente do seu escritório hoje.
Fazer meu diagnóstico
ZARE